A expressão literária mais popular em plena atividade no país
De sua origem nos menestreis da Idade Média até a chegada ao Brasil com os poetas portugueses. Da organização de suas estrofes à métrica de seus versos. Da impressão à apresentação em barbantes nas praças e feiras, a literatura de cordel é a expressão literária mais popular em plena atividade no país.
Este tipo de literatura é encontrado apenas em outros três lugares do mundo: Portugal, Espanha e França. Vinda de Portugal, trazida pelos colonizadores, foi na Bahia, mais precisamente em Salvador, que esta manifestação artística começou. Dali irradiou-se para os demais estados do Nordeste.
No Brasil, diferente dos demais países, prevalece sua forma poética. Persiste, ainda hoje, com grande aceitação de seu público original. Além de conquistar outro público: estudiosos, colecionadores, eruditos e turistas. E a cada dia, se aproxima do público infantojuvenil com livros repletos de belas ilustrações, em formatos diferenciados e temas que atraem crianças e jovens como o livro Cordelinho, coleção Ciência em versos de cordel e coleção Estórias de arrepiar da editora Rovelle.
Xilogravura
A gravura popular utilizada na literatura de Cordel apareceu no Nordeste em 1907 em festas regionais e completou o primeiro centenário em 2007, quase 200 anos depois da chegada da imprensa no Brasil. A primeira Xilogravura apareceu no folheto de Francisco das Chagas Batista em setembro de 1907. Foi editado na Imprensa Industrial instalada na Rua Visconde de Itaparica, números 49 e 51 no Recife.
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